terça-feira, 27 de julho de 2010

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
Como se vê, temos lei, mas a nossa é uma cultura política estabelecendo o poder econômico falando mais alto ou vencendo pelo grito. Não aceitamos isto. Lutamos contra esta ordem retrógrada, improdutiva e decadente.
A cidadania que precede a democracia não possui equívocos destes costumes e hábitos arraigados neste políticos tradicionais. Importaria que o Povo se investisse na Cidadania que devem exercer amplamente, pois é ele a razão de toda esta construção política. É para o Povo que existe política. Política tem que ter o sentido de Povo; afinal, os nossos governantes recebem mandatos, como uma procuração para agir em nome de todos aqueles que são representados. Tudo o que um político faz, tem que ser para todos, indistintamente, com muito respeito e racionalidade, dentro da lei e seguindo os princípios básicos da administração pública no Brasil e no Mundo.
A População dispõe de armas próprias e exclusivas, completamente imbatíveis, poderosas, mas não as utiliza. Prefere o peixe em detrimento do saber pescar. É preciso ver isto. Está claríssimo que todos os gestos políticos atingem a todos. Tem que se exercitar o bom e justo voto, participar da construção do Mundo possível e bom para todos.
Acontece, como escreveu a Professora Maria do Carmo: "a cultura do favorecimento no nosso país está muito arraigada, da mesma maneira que levou tempo se solidificando, vai levar tempo para ser exterminada. As coisas tomaram um rumo tal, que as pessoas, na sua grande maioria, aceitam com naturalidade a improbidade. A "lei do Gerson" para muitos não é demérito. A coisa pública parece pertencer aos mais espertos, e os que não levam vantagem em tudo são tachados de imbecis".
Concordo com ela, mas acrescento: não renuncio à esperança de que, lado a lado, com as pessoas que têm ainda senso de justiça, existam outras tantas que se obstinam em lutar para mudar tudo que está ai. Para fazer valer a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência, no sentido de que a administração pública possa cumprir sua finalidade e como dita com seus incisos, o art. 3º, da Constituição Federal: construamos uma sociedade livre, justa e solidária; seja garantido o desenvolvimento nacional (sustentável); erradiquemos a pobreza e a marginalização, reduzindo as desigualdades sociais e regionais e promovendo o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Talvez, penso que o Secretario de Educação Renato Kranz, não percebeu que a velha tática de coagir, mentir, prometer e não cumprir, de tentar intimidar quem OUSA opor-se aos métodos por ele empregados, do terrorismo com ameaças e transferências de funcionários que não sigam sua cartilha, da velha política politiqueira, de pensar que podem fazer tudo o que bem entendem com o nosso dinheiro, nossa confiança e fica "por isso mesmo"? ACABOU, estamos vivendo uma nova era e quiçá colocaremos na cadeia todos os maus gestores, que baniremos da política, entre eles, os corruptos que se locupletam com dinheiro público, colocando seus interesses pessoais e partidários acima dos da sociedade.
O Povo de Montenegro tem que estar atento ao que acontece e que o alcaide de Montenegro e seu primeiro ministro Marcos Griebeler e seus secretários omissos e irresponsáveis (Renato Kranz – PMDB - e Ricardo Senger - PP) sejam severamente punidos por todo o caos criados nas duas principais áreas de atuação, ou seja, Educação e Obras, por onde anda escoando grande parte do dinheiro que tanto faz falta em investimentos sociais. E ainda, incrivelmente, se articulam, desde já, para se manterem no Poder.

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